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	<title>Instituto GEIA &#187; Festival GEIA de Literatura</title>
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	<description>Instituição sem fins lucrativos, fundada por empresas que atuam no Maranhão</description>
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		<title>VI Festival Geia de Literatura é encerrado com sucesso em Ribamar</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 11:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival GEIA de Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.
Lugar de fé e devoção, a cidade ribamarense impregnou-se de letras e palavras nos últimos três dias. Foram numerosas e diversificadas atividades literárias realizadas no VI Festival Geia de Literatura, encerrado ontem.
O encerramento foi marcado pela 2ª Gincana Geia do Conhecimento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2273" title="send_binary3" src="http://www.geia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/send_binary3-150x112.jpg" alt="send_binary3" width="150" height="112" />Lugar de fé e devoção, a cidade ribamarense impregnou-se de letras e palavras nos últimos três dias. Foram numerosas e diversificadas atividades literárias realizadas no VI Festival Geia de Literatura, encerrado ontem.</p>
<p>O encerramento foi marcado pela 2ª Gincana Geia do Conhecimento. O desafio literário disputado entre as escolas do município movimentou a cidade. Escritores ribamarenses e intelectuais, como o professor doutor Antônio Martins, Ceres Fernandes e os ribamarenses Maria da Glória, Marli da Conceição, Raimunda Frazão e Samuel Moreira animaram o último dia da festa literária ribamarense.</p>
<p><span id="more-2271"></span>Presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), o escritor-desembargador Milson Coutinho afirmou que o Festival Geia tem um papel importante na formação de novos leitores e na difusão da produção literária de autores maranhenses.</p>
<p>&#8220;O princípio de todo homem de letras é ser útil para a sociedade. O Festival Geia, em meio todas as suas atividades, cumpre esse papel perfeitamente&#8221;, afirmou Coutinho, que participou de uma das mais concorridas atividades do festival literário.</p>
<p>O olhar do presidente da AML sobre a festa literária em território ribamarense, foi recorrente entre os convidados, professores e estudantes que participaram do VI Festival Geia de Literatura. &#8220;Em época de Geia, a devoção a São José de Ribamar é substituída pela devoção à literatura&#8221;, destacou o professor universitário Joaquim Gomes.</p>
<p>&#8220;O Festival Geia tornou-se uma tradição nas letras e na cultura maranhense. É com uma satisfação muito grande que participo desta edição do festival&#8221;, afirmou a escritora Ceres Costa Fernandes, que encerrou a festa literária com a palestra Surrealismo e Loucura.</p>
<p>Em sua fala, Ceres Fernandes explicou que o surrealismo e a loucura têm uma associação bastante imbricada. &#8220;Enquanto movimento artístico-literário, o Surrealismo foi a escola que mais privilegiou as manifestações de loucura&#8221;, contou a escritora.</p>
<p>Diversas palestras e oficinas também marcaram o encerramento do VI Festival Geia ontem. O professor Antônio Martins proferiu palestra sobre o tema &#8220;Sousândrade para crianças&#8221;, no pátio da Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira, que estava completamente lotado pelos estudantes da escola. O professor contou para os estudantes a vida do escritor ludovicense Joaquim de Sousa Andrade, mais conhecido como Sousândrade.</p>
<p>No encontro com Antonio Martins, os estudantes conheceram um pouco da trajetória literária e da vida do escritor. &#8220;Sousândrade é um exemplo de superação, por isso, os meninos e meninas têm muito a aprender com ele. É um homem que saiu de São Luís para morar com a mulher nos Estados Unidos e, posteriormente, para a Inglaterra, onde teve várias experiências. Mais tarde o conhecimento adquirido com as viagens lhe transformariam no precursor do Modernismo&#8221;, explicou Martins.</p>
<p>Aluna da 8ª série da Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira, Joina Silva, 13 anos, afirmou que tem gostado muito do que viu no Geia. &#8220;As palestras são muito boas. Gostei muito da palestra do professor sobre a vida de Sousândrade. Eu não o conhecia, mas agora fiquei interessada e vou ler algum livro dele&#8221;, assinalou.</p>
<p>Já os alunos do Liceu Ribamarense tiveram a oportunidade de assistir à peça Memória de um Sargento de Milícias, apresentada pelo Grupo de Teatro do Curso de Direito da Unidade de Ensino Superior Dom Bosco (UNDB). Na Casa Paroquial, as oficinas &#8220;Literatura e paisagem&#8221; e &#8220;Desenrolando o Texto&#8221;, ministradas por estudantes do curso de Letras da Faculdade Athenas Maranhense (Fama), foram realizadas com alunos do ensino fundamental. No &#8220;Encontro com autores de São José de Ribamar&#8221;, estudantes de todas as séries tiveram a oportunidade de conhecer melhor a história da cidade, desde sua fundação até quando ela ganhou autonomia municipal.</p>
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		<title>CEMSJR é bicampeão da Gincana de Conhecimento</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 11:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.
A II Gincana Geia de Conhecimento foi vencida pelas unidades Centro de Ensino Médio São José de Ribamar, no ensino médio, e Escola Municipal Santa Maria, no ensino fundamental, do povoado Santa Maria.
O Centro de Ensino São José de Ribamar foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2277" title="send_binary1" src="http://www.geia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/send_binary11-150x112.jpg" alt="send_binary1" width="150" height="112" />A II Gincana Geia de Conhecimento foi vencida pelas unidades Centro de Ensino Médio São José de Ribamar, no ensino médio, e Escola Municipal Santa Maria, no ensino fundamental, do povoado Santa Maria.</p>
<p>O Centro de Ensino São José de Ribamar foi bicampeão da II Gincana Geia de Conhecimento. Em segundo lugar, ficou o Centro de Ensino Estado de Guanabara. A Unidade Escolar São José de Ribamar (CAIC) ocupou a terceira colocação, seguida do Centro de Ensino Ribeiro do Amaral, em quarto lugar.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2278" title="send_binary2" src="http://www.geia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/send_binary22-150x112.jpg" alt="send_binary2" width="150" height="112" />Campeã pela primeira vez, a Escola Municipal Santa Maria (ensino fundamental), deixou para trás as escolas municipais Nice Lobão, segunda colocada, e a Silva Rodrigues, do povoado Mata, terceira colocação.</p>
<p><span id="more-2269"></span>Na praça da Igreja Matriz, desde as primeiras horas da manhã, centenas de alunos das escolas públicas de ensino fundamental e médio se reuniam para armar torcida e testar os últimos conhecimentos que seriam exigidos durante a disputa. Professores e diretores ajudavam os meninos e meninas na preparação.</p>
<p>A gincana promoveu uma disputa entre quatro escolas de ensino médio da rede pública. Cada escola levou para a disputa 30 alunos que responderam a perguntas sobre a obra &#8220;Memórias e Memórias Inacabadas&#8221;, de Humberto de Campos.</p>
<p>Os estudantes também tiveram como desafio uma disputa de dança. A música escolhida foi um forró. O casal do Centro de Ensino São José de Ribamar, que até então se encontrava em segundo lugar no placar geral da gincana, atrás apenas do Centro de Ensino Fundamental e Médio Estado da Guanabara, dançou melhor e, com uma coreografia mais alegre, ultrapassou a escola adversária.</p>
<p>A escola vencedora recebeu de forma simbólica um cheque no valor de R$ 2 mil, enquanto a segunda colocada foi premiada com R$ 1 mil e a terceira recebeu um DVD. Todos os participantes receberam medalhas.</p>
<p>Festa &#8211; Após o resultado, os alunos do colégio campeão fizeram a festa. &#8220;Nós estudamos muito, todos se empenharam bastante, por isso, merecemos o primeiro lugar&#8221;, declarou o aluno do terceiro ano, Julielton da Silva Valois, 17 anos, líder da equipe vencedora. &#8220;É a segunda vez que vencemos a Gincana Geia. Estamos muito felizes, pois seremos recompensados depois de tanto trabalho e dedicação&#8221;, complementou.</p>
<p>Apesar de não terem vencido, os alunos das outras escolas não ficaram desanimados. &#8220;Nós queríamos ser os vitoriosos, mas outras escolas saíram-se melhor. Nossa equipe se dedicou bastante. Não fizemos feio, por isso, estou muito orgulhosa de meus colegas&#8221;, disse Rayanne Souza Borges, 18 anos, aluna do CAIC.</p>
<p>O coordenador Joaquim Gomes destaca a importância do torneio literário para as escolas. &#8220;Essa disputa é muito importante para que os alunos aprendam mais sobre a literatura maranhense. A competição é também um incentivo para que os alunos gostem de literatura e melhorem sua nota em sala de aula, além de contribuir na preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio&#8221;, afirmou.</p>
<p>Joaquim Gomes frisou ainda que as escolas levaram a competição a sério. &#8220;Os alunos estavam bastante preparados. A escola vencedora teve uma diferença pequena de pontos em relação às outras. Isso é bom porque mostra a seriedade dos professores e o empenho dos estudantes para que tenham um bom desempenho durante a disputa&#8221;, disse.</p>
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		<title>Prêmio Jomar Moraes incentiva professores ribamarenses no Geia</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 11:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival GEIA de Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.
A professora Ângela Maria Leonardo Silva foi a vencedora do Prêmio Jomar Moraes, no I Concurso Professor Pesquisador realizado pelo Festival Geia de Literatura, que premiou o trabalho sobre a vida e obra do escritor e ex-presidente da Academia Maranhense de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior e Yane Botelho, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 28.08.2010.</p>
<p>A professora Ângela Maria Leonardo Silva foi a vencedora do Prêmio Jomar Moraes, no I Concurso Professor Pesquisador realizado pelo Festival Geia de Literatura, que premiou o trabalho sobre a vida e obra do escritor e ex-presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Jomar Moraes.</p>
<p>Docente da Escola Municipal Parque Vitória, Ângela Leonardo Silva recebeu um prêmio de R$ 2 mil. A premiação foi entregue pelo presidente do Instituto Geia, Jorge Murad. &#8220;O prêmio Jomar Moraes foi uma das novidades deste ano. Com o sucesso desta edição, vamos incluir definitivamente o prêmio nas próximas edições do Festival Geia&#8221;, anunciou Murad.</p>
<p>&#8220;O trabalho permitiu conhecer mais do Jomar Moraes. Para mim, foi uma grande descoberta saber da vida e obra do professor. Foi um grande desafio fazer esse trabalho, mas foi muito bom. Fiquei muito feliz&#8221;, disse Ângela Silva.</p>
<p><span id="more-2267"></span>O homenageado Jomar Moraes afirmou ter ficado satisfeito e muito honrado com a homenagem. &#8220;O trabalho do Geia é muito importante. O festival é hoje mais que uma colheita, é uma semeadura. No futuro, o Geia dará muitos frutos. Sinto-me honrado com essa homenagem&#8221;, afirmou Moraes.</p>
<p>O presidente do Instituto Geia declarou que Jomar Moraes foi sempre um grande incentivador do Festival Geia. &#8220;O professor Jomar sempre nos aconselhou e incentivou muito no Festival Geia. Homenageá-lo com esse prêmio é mais um reconhecimento e o agradecimento a um dos mais importantes escritores da cultura do Maranhão&#8221;, assegurou Murad.</p>
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		<title>Alunos portadores de necessidades especiais encenam duas peças</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 11:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do MAranhão, edição de 26.08.2010.
O sorriso largo de dona Francisca das Chagas Fontenele retrata va ontem o sucesso das apresentações teatrais “A Linda Rosa Juvenil” e “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, encenadas por alunos portadores de necessidades especiais da Escola Municipal Maria Amélia Bastos.
Mãe da estudante Mônica Fontenele, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do MAranhão, edição de 26.08.2010.</p>
<p>O sorriso largo de dona Francisca das Chagas Fontenele retrata va ontem o sucesso das apresentações teatrais “A Linda Rosa Juvenil” e “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, encenadas por alunos portadores de necessidades especiais da Escola Municipal Maria Amélia Bastos.</p>
<p>Mãe da estudante Mônica Fontenele, que fez o papel de Dona Benta na peça “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, dona Francisca Francisca afirmou que os alunos evoluíram muito. “Estou muito feliz, muito contente mesmo. Eles demonstraram que muitas capacidades e outras habilidades. A evolução deles é bastante visível”, disse a mãe de Mônica.</p>
<p><span id="more-2264"></span>Cerca de 40 estudantes do Ensino Fundamental e do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola Municipal Maria Amélia Bastos atuaram nas duas montagens teatrais, que estrearam no VI Festival Geia de Literatura, ontem, no Ginásio Patronato São José de Ribamar.</p>
<p>A diretora Lidiana Raquel Monroe Machado disse que a montagem dos dois espetáculos foi um esforço e dedicação dos professores e das famílias dos alunos. Os estudantes ensaiaram durante dois meses para apresentar as peças “A Linda Rosa Juvenil” e “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.</p>
<p>“Foi um trabalho de muita dedicação. O teatro contribui muito para que os alunos evoluam pedagogicamente. Realizamos um importante trabalho de inclusão desses estudantes, eles ganharam novos horizontes”, afirmou Lidiana Machado. A Escola Maria Amélia Bastos tem 220 alunos portadores de necessidades especiais.</p>
<p>A professora Silvania Mourão disse que foi gratificante participar da produção das duas montagens teatrais. “A apresentação deles foi excelente. Foi muito gratificante fazer esse trabalho com os alunos”, contou.</p>
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		<title>Literatura de grandes escritores é tema de palestra em escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 09:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 27.08.2010.
A literatura do escritor maranhense Humberto de Campos e a do paraibano Augusto dos Anjos estiveram em cena ontem, no VI Festival Geia de Literatura. Coube ao professor, editor e acadêmico Sebastião Moreira Duarte trazer à baila a obra de Humberto de Campos, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 27.08.2010.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-2261" title="send_binary" src="http://www.geia.org.br/wp-content/uploads/2010/08/send_binary2-150x112.jpg" alt="send_binary" width="150" height="112" />A literatura do escritor maranhense Humberto de Campos e a do paraibano Augusto dos Anjos estiveram em cena ontem, no VI Festival Geia de Literatura. Coube ao professor, editor e acadêmico Sebastião Moreira Duarte trazer à baila a obra de Humberto de Campos, na palestra muito concorrida no Liceu Ribamarense.</p>
<p>Batizada de “Humberto de Campos, a história de um menino”, a fala de Sebastião Duarte foi aplaudida efusivamente pelos alunos de seis escolas que participaram da atividade. No colégio Diomedes da Silva Pereira, o professor Ruy Pontes Ribeiro apresentou “Augusto dos Anjos: uma abordagem para iniciante”.</p>
<p>Também ontem, foi lançado o livro “O Diário Secreto” (dois volumes), do escritor Humberto de Campos. “Essa obra é um raro documento da vida literária de uma época distante, ofuscada pelo que se convencionou chamar de Modernismo brasileiro e pelos estridores [estrondos] da Revolução de 30”, explicou Duarte.</p>
<p>Dentro da programação, foram apresentados ainda os trabalhos “O cortiço: uma leitura do espaço à luz da teoria da percepção”, de Maria Deidla da Silva Moraes (UFMA); “Erotismo na obra Batom Vermelho”, de Roseli Maria Ribeiro Neri Saldanha (Fama); “São Luís, Atenas Brasileira: um percurso histórico sobre a construção da identidade literária ludovicense”, de Maria das Neves Oliveira e Silva Azevedo (Fama), e “A incomunicabilidade e o isolamento na obra de Graciliano Ramos”, por Lisiane Vieira Alves (UFMA).</p>
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		<title>História da AML é destaque de festival</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 09:24:06 +0000</pubDate>
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Com o terraço da Secretaria Municipal de Turismo lotado, os escritores Milson Coutinho, presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Benedito Buzar e Waldemiro Viana encheram de entusiasmo a platéia que assistiu ontem à “Conversa com Acadêmicos”, uma das atrações de ontem no VI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 27.08.2010.</p>
<p>Com o terraço da Secretaria Municipal de Turismo lotado, os escritores Milson Coutinho, presidente da Academia Maranhense de Letras (AML), Benedito Buzar e Waldemiro Viana encheram de entusiasmo a platéia que assistiu ontem à “Conversa com Acadêmicos”, uma das atrações de ontem no VI Festival Geia de Literatura, em São José de Ribamar. Os confrades arrancaram aplausos calorosos de estudantes e professores.</p>
<p>Abrindo o bate-papo, o autor de “A Greve de 51”, Benedito Buzar, fez um relato histórico da fundação, em agosto de 1908, da Academia Maranhense de Letras e sua importância na vida cultural do estado. Buzar rememorou os movimentos culturais do início do século passado, entre os quais a Oficina dos Novos, que corroboraram para a criação da AML.</p>
<p><span id="more-2251"></span>Benedito Buzar ressaltou que, em seus 102 anos, a Academia alternou momentos de muita atividade e também de decadência. “A AML viveu um centenário de sobressaltos. Num instante, movimentos de atividade intensa; noutro, entrou em decadência. Mas nunca pereceu. Nunca morreu”, contou Buzar.</p>
<p>Vida e morte &#8211; A referência sobre a morte na fala de Buzar foi o mote para o início da conversa do desembargador e escritor Milson Coutinho. “A Academia em vez de viver da vida dos acadêmicos, ela vive é da morte. Ela se mantém exatamente porque os acadêmicos vão morrendo. Ela tira da morte a sua existência”, sentenciou o presidente da AML.</p>
<p>O autor de a “Revolta de Bequimão” desafiou os estudantes a escreverem livros. “Daqui a 20, 30 anos serão vocês os nossos sucessores na Academia. Então, desafio a vocês a começarem a escrever, a fazer livros”, declarou Coutinho. O presidente da AML explicou que a Academia junta a seu quadro aqueles que de algum modo se dedicaram à literatura, à cultura. “Não saiam de perto dos livros. Não se afastem nunca do saber. O saber é o patrimônio que dará a sustentação à caminhada de vocês”, ensinou Coutinho.</p>
<p>Milson Coutinho afirmou que o princípio de todo homem das letras é útil para a sociedade. “Se pudesse alterar o regimento da AML, não seriamos imortais. Gostaria que fôssemos imorríveis”, divertiu-se o presidente da Academia.</p>
<p>O autor de “A Tara e a Toga”, Waldemiro Viana, com o auxílio dos estudantes Alex e Sthephane brincou de como escrever histórias. Tendo o terraço da secretaria como o cenário, estimulou e ensinou aos alunos a criarem histórias a partir daquele ambiente. “Qualquer um de vocês podem criar uma história. Escrever é como criar um universo em que você é o Deus”, assegurou o escritor.</p>
<p>Viana lembrou que a primeira história que escreveu foi aos 9 anos. Ele e o irmão eram dois cavalinhos na narrativa. “O meu irmão não gostou muito de ser cavalinho. Essa história eu criei a partir de um nome de remédio. Batizei a história de ‘Nilin, o cavalinho’”, recordou o imortal.</p>
<p>A partir do discurso de Waldemiro Viana, o acadêmico Benedito Buzar disse que ficção é imaginação e decretou: “Os professores precisam colocar os alunos a pensar, a fazer reflexões”.<strong></strong></p>
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		<title>I Olimpíada de Matemática premia os três vencedores</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 26.08.2010.
Na disputa que envolveu cerca de 700 estudantes de escolas ribamarenses, os alunos Wityzaac Victor Silva de Morais, Irlayne Cristine Martins Ferreira e Diego de Sousa Vieira foram os vencedores da I Olimpíada de Matemática, realizada pelo Instituto Geia. Eles foram premiados com notebook [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 26.08.2010.</p>
<p>Na disputa que envolveu cerca de 700 estudantes de escolas ribamarenses, os alunos Wityzaac Victor Silva de Morais, Irlayne Cristine Martins Ferreira e Diego de Sousa Vieira foram os vencedores da I Olimpíada de Matemática, realizada pelo Instituto Geia. Eles foram premiados com notebook ontem na abertura do VI Festival Geia de Literatura.</p>
<p>Alunos de 38 escolas das redes municipal, estadual e privada da cidade de São José de Ribamar participaram da I Olimpíada de Matemática. Os concorrentes foram divididos em três níveis de escolaridade. O primeiro nível por alunos das 6ª e 7ª séries; o segundo por estudantes das 8ª e 9ª séries, e o último por discentes do ensino médio.</p>
<p><span id="more-2240"></span>Estudante do Liceu Ribamarense, Wityzaac de Morais venceu entre os alunos do primeiro nível. A aluna Irlayne Ferreira, do colégio Municipal Sarney Filho, ganhou no nível 8ª e 9ª séries e no ensino médio o ganhador é aluno do Centro de Ensino Médio São José de Ribamar, Diego Vieira. “Eu fiquei surpresa quando a professora me avisou que fui vencedora da Olimpíada. Ganhar essa competição é um estímulo muito grande. Estou muito feliz”, disse a estudante a Irlayne Ferreira.</p>
<p>Parceria &#8211; As provas foram elaboradas pela Faculdade Pitágoras, parceira do Instituto Geia na Olimpíada de Matemática. A aplicação e correção das provas também ficaram sob responsabilidade da instituição de ensino superior.</p>
<p>A diretora do Liceu Ribamarense, Inailde Gomes Pereira, comemorou a vitória do estudante Wityzaac Victor Silva de Morais em uma das categorias. “Avalio como uma vitória de todo o conjunto que faz o Liceu. Isso é fruto do trabalho em equipe e do esforço de todo o conjunto. O Wityzaac Victor e todos nós estamos de parabéns”, afirmou a diretora.</p>
<p>Aprendizagem &#8211; O presidente do Instituto Geia, Jorge Murad, disse que a Olimpíada é importante para colaborar com o processo de ensino e aprendizagem do Município. “O resultado da Olimpíada serve como parâmetro de avaliação para os educadores do municípios”, declarou Murad.</p>
<p>A secretária de Educação de São José de Ribamar, Carla Veras Bezerra Galvão, afirmou que a realização da Olimpíada de Matemática é importante não apenas como uma atividade lúdica, mas, também, para balizar o conhecimento dos professores em sala de aula.<strong></strong></p>
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		<title>Ribamar respira literatura com a realização do Festival Geia 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival GEIA de Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 26.08.2010.
A cidade santuário de São José de Ribamar impregnou-se de literatura, ontem, com a abertura do Festival Geia de Literatura. Do Liceu Ribamarense, passando pelo Patronato São José de Ribamar, pelo terraço da Secretaria Municipal de Turismo até a escola municipal Diomedes da Silva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Itevaldo Júnior, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 26.08.2010.</p>
<p>A cidade santuário de São José de Ribamar impregnou-se de literatura, ontem, com a abertura do Festival Geia de Literatura. Do Liceu Ribamarense, passando pelo Patronato São José de Ribamar, pelo terraço da Secretaria Municipal de Turismo até a escola municipal Diomedes da Silva Pereira, apenas havia e se ouviam palavras. Palavras literárias.</p>
<p>Em sua sexta edição, o festival – que prossegue hoje e amanhã &#8211; reúne uma platéia heterogênea na faixa etária, com participação de crianças, adolescentes e adultos repartindo os mesmos lugares. Porém, homogênea quando vêem e ouvem escritores, professores e pesquisadores falarem de prosa e poesia.</p>
<p><span id="more-2237"></span>Ontem, a platéia ouviu e descobriu a literatura de João Mohana; a personagem Iracema, de José de Alencar; a obra “A rendição dos franceses no Maranhão”, de Alexandre de Moura, Gaspar de Sousa e Miguel Gonçalves Regueifeiro de Leça, e os caminhos trilhados pela literatura infanto-juvenil no Maranhão de hoje; e na teatralização do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, de Monteiro Lobato.</p>
<p>Do padre João Mohana, o escritor e desembargador Lourival Serejo revelou os percursos literários das obras “O Outro Caminho” e “Maria da Tempestade”, romances nascidos antes de Mohana abraçar o sacerdócio.</p>
<p>Um Liceu Ribamaranse completamente lotado ouvia atentamente as histórias do padre Eider (“O Outro Caminho”) e de Coia Mendes (“Maria da Tempestade”), além das histórias do percurso literário e sacerdócio de João Mohana.</p>
<p>“A fama e a consagração de João Mohana acorreram com esses dois romances. Ao optar pelo sacerdócio, utilizaria seu dom divino de escritor para escrever obras que elevassem espiritualmente as pessoas. Mohana foi uma figura humana fantástica”, contou Serejo.</p>
<p>Obra &#8211; O autor de “O Baile de São Gonçalo” trata da obra e história do padre João Mohana com muita familiaridade. Serejo conheceu Mohana quando jovem, na cidade de Viana. “As nossas famílias tinham uma ligação familiar forte. As minhas primeiras inquietações quando jovem foram dialogadas com o padre Moahana”, revelou o desembargador-escritor.</p>
<p>Lourival Serejo anunciou que trabalha na produção da biografia do padre João Mohana. A obra terá o mesmo nome da edição alemã de “O Outro Caminho”, batizada de “O Vôo da Garça”.</p>
<p>“Tinha uma idéia do João Mohana como padre e que ele tinha uma obra sobre isso. Não sabia dos romances dele. Gostei muito do que o escritor Lourival Serejo ensinou para nós nessa palestra”, contou a estudante Rejane Maia.</p>
<p>Na escola municipal Diomedes da Silva Pereira, o professor e escritor José Neres lidou com “Literatura infanto-juvenil no Maranhão de hoje”. Neres é autor de obras como “Poema de Desamor”, “Restos de Vidas Perdidas” e “50 Pequenas Traições”.</p>
<p>A estudante de Letras da UFMA Rafaella Gomes Monteiro apresentou um trabalho sobre o conto “Natal na barca”, de Lygia Fagundes Telles, sob o aspecto simbólico da paisagem e da sua interferência na vida das personagens.</p>
<p>Em “Iracema – A Formação do Brasil”, a professora e pesquisadora da UFMA, Maria Rita Santos, pontuou que a personagem do escritor cearense José de Alencar representa um ideal de índio.</p>
<p>“Uma das características mais importantes do romantismo é o idealismo. Iracema é o índio ideal. Hoje, vejo que se trata das questões indígenas é com deboche, com relaxo”, disse Mara Rita.</p>
<p>A professora apontou que foi o Romantismo que consolidou a literatura brasileira. “O romantismo, antes de ser um estilo de época, foi um estilo de vida”, explicou a docente da UFMA.</p>
<p><strong>Coleção Geia lança mais um livro</strong></p>
<p>O encerramento do primeiro dia do VI Festival Geia de Literatura foi com o lançamento do livro “A rendição dos franceses no Maranhão”, de Alexandre de Moura, Gaspar de Sousa e Miguel Gonçalves Regueifeiro de Leça. A obra é o 14º título da Coleção Geia de Temas Maranhenses.</p>
<p>O livro traz documentos narrados por Alexandre de Moura, Gaspar de Sousa e Miguel Gonçalves Regueifeiro de Leça que explicam aspectos da aventura colonizadora francesa no Norte brasileiro. Os três participaram da expulsão francesa do Maranhão.</p>
<p>“Os três documentos são distintos quanto às pessoas, mas podem dizer-se iguais em natureza por explicarem, em unidade de mútua situação, os destinos que teve a aventura colonizadora dos franceses no Norte do Brasil, a chamada França Equinocial”, explicou o professor Sebastião Moreira Duarte.</p>
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		<title>VI Festival Geia de Literatura é aberto hoje, em Ribamar</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival GEIA de Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Bruna Castelo Branco, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 25.08.2010.
Localizada a 31km de São Luís, a cidade balneária de São José de Ribamar, que é conhecida pela tradição religiosa, será o cenário, pelo sexto ano consecutivo de um dos mais importantes eventos literários do Maranhão. Trata-se do VI Festival Geia de Literatura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruna Castelo Branco, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 25.08.2010.</p>
<p>Localizada a 31km de São Luís, a cidade balneária de São José de Ribamar, que é conhecida pela tradição religiosa, será o cenário, pelo sexto ano consecutivo de um dos mais importantes eventos literários do Maranhão. Trata-se do VI Festival Geia de Literatura, que acontece de hoje a sexta-feira. A programação começará às 9h, ocorrendo simultaneamente no Ginásio Patronato São José de Ribamar, Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira, Liceu Ribamarense, Casa Paroquial, Secretaria de Turismo e Praça da Matriz.</p>
<p>Destinado a estudantes, pesquisadores, professores, escritores e apreciadores da boa literatura, especialmente, a produzida no Maranhão, o Festival Geia é marcado por uma programação cultural que inclui apresentações cênicas, recitais poéticos, gincanas de conhecimento, feira de livros, debates e lançamentos.</p>
<p><span id="more-2228"></span>Neste ano, está prevista a participação de 55 palestrantes convidados, realização de oficinas e ainda a entrega de prêmios da I Olimpíada de Matemática e do I Concurso Professor Pesquisador Prêmio Jomar Moraes. Palestrantes, escritores, pesquisadores e recém-graduados apresentarão trabalhos à comunidade para estimular o debate e a reflexão sobre a literatura. Entre os convidados, destacam-se os escritores membros da Academia Maranhense de Letras (AML), Antônio Martins, Benedito Buzar, Ceres Costa Fernandes, Lourival Serejo, Milson Coutinho, Sebastião Moreira Duarte, Ubiratan Teixeira e Waldemiro Viana.</p>
<p>Hoje, às 18h, acontecerá a premiação da I Olimpíada de Matemática. Outro destaque será a realização da II Gincana Geia de Conhecimento, prevista para às 14h, no Ginásio Patronato São José de Ribamar. A primeira etapa é destinada a alunos do ensino fundamental e tem a participação de 38 escolas. O desafio é composto por cinco rodadas, nas quais os alunos respondem a questionamentos baseados no livro “Os Melhores Contos de Arthur Azevedo”, organizado por Celina Fátima F. de Castro. Amanhã, o desafio será para os alunos do ensino médio. Este é o segundo ano que a Gincana do Conhecimento integra as atividades do evento literário.</p>
<p>A iniciativa tem o objetivo de motivar os estudantes, incentivando o gosto pela leitura. Segundo o presidente do Instituto Geia, Jorge Murad, a gincana é bem-sucedida porque consegue cumprir o papel de estimular os alunos em competições saudáveis, bem como permitir premiações que serão revertidas em atividades ligadas a educação.“O prêmio é voltado para as escolas. É muito satisfatório perceber que os estudantes ficam mobilizados e motivados a ganhar um prêmio para a educação deles e de outros colegas”, frisa.</p>
<p>O resultado da gincana é dividido em primeiro, segundo e terceiro lugar. A escola vencedora recebe um prêmio no valor de R$ 2 mil; a escola que fica em segundo lugar ganha de R$ 1 mil e a terceira colocada será premiada com um aparelho de DVD.</p>
<p>Atividades -Além da realização da II Gincana de Conhecimento, a programação do primeiro dia do Festival Geia é composta por diversas atividades voltadas ao público em geral. A expectativa é que pelo menos 3 mil pessoas visitem diariamente o evento. Hoje, às 10h, no Ginásio Patronato São José de Ribamar serão encenados dois espetáculos teatrais por alunos da Escola Municipal Maria Amélia Bastos. Eles, que são portadores de necessidades especiais, apresentarão as peças “A Linda Rosa Juvenil” e “Sitio do Pica-Pau Amarelo”.</p>
<p>Paralelamente à programação teatral, na Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira acontecerá a palestra “A Literatura Infanto-Juvenil no Maranhão de Hoje”, ministrada por José Ribamar Neres e no Liceu Ribamarense, o destaque é para a palestra “Vida e Obra de João Mohana”, de Lourival Serejo.</p>
<p>Na Casa Paroquial, a partir das 9h, acontecerão as oficinas sobre literatura e incentivo à leitura, dedicada a estudantes da 5ª a 8ª série do ensino fundamental, e na Secretaria de Turismo acontece a palestra “Aquecimento Global: Qual a Sua Contribuição?”, de Elisângela da Silva Moura Santos. Este ano, a programação terá os debates sobre literatura dedicados ao público universitário. Os encontros acontecem a partir das 17h, na Secretaria de Turismo. Hoje, na abertura acontece o debate “Iracema na Construção do Brasil”, mediado por Maria Rita dos Santos.</p>
<p>Este ano, na Praça Matriz, as sessões de leitura para crianças acontecem em três momentos, o primeiro às 9h, o segundo, às 15h e o terceiro, à 17h. Ainda na Praça da Matriz, será realizado, a partir das 15h, a feira de livros, que terá, este ano, a presença de 12 editoras nacionais. No mesmo espaço, às 18h, acontece a entrega de prêmio aos vencedores da I Olimpíada de Matemática, organizada pelo Instituto Geia.</p>
<p>Lançamentos – O primeiro dia de festival também será destinado a lançamento de livros. Hoje, às 18h30, será apresentado o livro “A rendição dos franceses no Maranhão”, com documentos narrados por Alexandre de Moura, Gaspar de Sousa e Miguel Gonçalves Regueifeiro de Leça. Os três participaram da expulsão francesa do Maranhão. A obra, que tem supervisão editorial de Jorge Murad, reúne três documentos que explicam aspectos da aventura colonizadora francesa no norte brasileiro, mas especificamente, a fundação da França Equinocial. Os documentos ajudam à compreensão das estratégias elaboradas que culminaram com a retirada dos franceses do estado.</p>
<p>Entre os documentos mais importantes deste período histórico e que se faz presente no livro, está o relatório do capitão-mor Alexandre Moura ao rei de Portugal. Datado de outubro de 1615, o registro trata sobre o acordo com Daniel de La Touche, Senhor de La Ravardière, para a expulsão francesa de terras maranhenses.</p>
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		<title>Festival Geia a todo vapor</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 11:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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Teatro, debates literários, feiras de livros, competições escolares, premiações e muitas outras atividades ligadas à arte e cultura vão compor a programação do VI Festival Geia de Literatura, que será realizado de quarta a sexta-feira em São José de Ribamar. Reconhecido no calendário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bruna Castelo Branco, da equipe de O Estado do Maranhão, edição de 22.08.2010</p>
<p>Teatro, debates literários, feiras de livros, competições escolares, premiações e muitas outras atividades ligadas à arte e cultura vão compor a programação do VI Festival Geia de Literatura, que será realizado de quarta a sexta-feira em São José de Ribamar. Reconhecido no calendário cultural como um dos mais importantes eventos literários maranhenses, o festival é organizado pelo Instituto Geia, que este ano completa 10 anos de fundação. Além de atividades de incentivo a literatura, acontecerão ainda a disputa do II Desafio de Literatura, destinado a alunos do ensino fundamental e médio e as premiações da I Olimpíada de Matemática e do I Concurso Professor Pesquisador Prêmio Jomar Moraes.</p>
<p><span id="more-2226"></span>A essência do festival é permitir aos visitantes o contato com a literatura, seja na participação de oficinas, no contato com escritores maranhenses ou na feira e lançamentos de livros que fazem parte das atividades realizadas pelo Geia. Ao longo de seis anos de festival, já foram publicadas e reeditadas um total de 18 obras de autores maranhenses, muitas delas consideradas obras raras, como é o caso do livro “Diário Secreto” de Humberto de Campos que será lançado na quinta-feira (26). A última edição da obra foi há mais de 50 anos.</p>
<p>Segundo o presidente do Instituto Geia, Jorge Murad, a iniciativa dos lançamentos cumpre um importante papel por divulgar a literatura maranhense, com a reedição de livros raros e publicação de autores contemporâneos. “O trabalho é um compromisso com a história do Maranhão. Muitos livros já não se encontravam mais hoje em dia. A idéia é promover a redescoberta do Maranhão pelos maranhenses”, observa.</p>
<p>Roteiro &#8211; A programação é dividida para atender o público de todas as idades. De crianças até público universitário. Serão 55 convidados. Entre eles estarão escritores, grupos de teatro e recém-graduados que terão oportunidade de apresentar ao público o trabalho de conclusão de curso. A expectativa é de que passe pela cidade balneária uma média de 3 mil pessoas diariamente no evento, com base nos anos anteriores.</p>
<p>Estão programadas feiras literárias, oficinas de literatura tanto para estudantes quanto para professores, peças teatrais, lançamento de livros e palestras com escritores maranhenses trazendo nomes como Sebastião Moreira Duarte, Ubiratan Teixeira, Waldemiro Viana, Lourival Serejo, Milson Coutinho e Wilson Marques. Durante os três dias de festival, as atividades começam a partir das 10h e serão realizadas no Ginásio Patronato São José de Ribamar, Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira, Liceu Ribamarense, Casa Paroquial, Secretaria de Turismo e Praça da Matriz, espaços onde serão realizados oficinas, debates e peças teatrais. As atividades acontecem simultaneamente.</p>
<p>Os destaques no primeiro dia, a partir das 10h, no Ginásio Patronato são os espetáculos “A Linda Rosa Juvenil” e “Sítio do Pica Pau Amarelo”, a serem apresentados por alunos da Escola Municipal Maria Amélia Bastos, todos portadores de necessidades especiais. Na Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira, acontecerá a exposição “A Literatura Infanto-Juvenil no Maranhão de Hoje”, apresentada pelo professor José de Ribamar Neres. No Liceu Ribamarense, ocorrerá a palestra “Vida e Obra de João Mohana”, com o escritor e membro da Academia Maranhense de Letras (AML) Lourival Serejo. Já a Casa Paroquial será espaço para a realização das oficinas “Literatura e paisagem: uma janela para o mundo” destinada a alunos da 7ª e 8ª série e ministrada por Amanda Pestana Pereira e Renata Ribeiro Lima e “Desenrolando o Texto”, voltada para alunos da 5ª e 6ª série.</p>
<p>No período da tarde, na Secretaria de Turismo, o debate com o tema “Iracema na Construção do Brasil”, voltado para o público universitário, será mediado pela coordenadora do curso de especialização em Língua Portuguesa e Brasileira da UFMA, Maria Rita dos Santos. A partir das 15h, na Praça Matriz têm início as atividades da Feira de Livros e de recitais poéticos. No mesmo espaço, às 18h30, acontece o lançamento do livro “A Rendição dos Franceses no Maranhão”, de Alexandre de Moura, Gaspar de Sousa e Miguel Gonçalves Regueifeiro de Leça.</p>
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