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	<title>Instituto GEIA</title>
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	<description>Instituição sem fins lucrativos, fundada por empresas que atuam no Maranhão</description>
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		<title>Jomar Moraes &#8211; A propósito de livros</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Publicado em O Estado do Maranhão, 3/3/2010)
A propósito de livros &#8211; VII
Esta despretensiosa recensão que hoje se encerra, chega ao fim favorecida pelo prestígio das duas publicações que constituem seu assunto. Refiro-me inicialmente ao livro póstumo de Josué Montello, intitulado “Areia do tempo: crônicas sobre a cultura francesa e seus autores”, belo volume de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(Publicado em O Estado do Maranhão, 3/3/2010)</p>
<p>A propósito de livros &#8211; VII</p>
<p>Esta despretensiosa recensão que hoje se encerra, chega ao fim favorecida pelo prestígio das duas publicações que constituem seu assunto. Refiro-me inicialmente ao livro póstumo de Josué Montello, intitulado “Areia do tempo: crônicas sobre a cultura francesa e seus autores”, belo volume de mais de 500 páginas, editado por iniciativa e com organização de Dona Yvonne Montello, viúva do saudoso escritor, como parte maranhense das celebrações, em 2009, do Ano da França no Brasil. Celebrações, diga-se em homenagem à verdade, que a rigor no Maranhão não houve, como seria de esperar de uma cidade que se preza de nascida e partejada por mãos gaulesas.</p>
<p>Franceses aqui promoveram uma aparatosa cerimônia de posse do lugar, da qual lavraram solene documento, de feitio constitucional pelo teor das normas fundamentais expedidas, de caráter pedagógico e com força coercitiva, mas que foram além disso, ao darem nome à nascente cidade.<span id="more-2083"></span></p>
<p>Dizia Unamuno que “o nome é em certo sentido a própria coisa; dar nome às coisas é conhecê-las e apropriar-se delas: a nomeação é o ato de posse espiritual”.</p>
<p>E dúvidas não haja de que a assertiva de Unamuno aplica-se, qual uma luva, aos lugares que adquirem uma personalidade e até mesmo passam a trilhar um peculiar destino em função dos nomes com que são batizados.</p>
<p>O livro de Josué Montello, de excelente feição gráfica, reúne 180 crônicas, se não me enganei ao contá-las. Muitas dessas deliciosas páginas de prosa límpida e de clareza solar são verdadeiros ensaios literários, que se algum reparo merecem, correrá este à conta da brevidade.</p>
<p>Salvo engano de minha parte, o livro foi editado, porém até hoje não teve o lançamento a que seus altos méritos fazem jus. Trazendo em parte pré-textual apresentação de sua organizadora, Dona Yvonne Montello, e prefácio de Benedito Buzar, “Areia do tempo” é bem o testemunho vivo e eloquente do talento e da sólida cultura de Josué Montello, que com seu notável livro póstumo ofereceu a mais valiosa e permanente contribuição do Maranhão ao Ano da França no Brasil.</p>
<p>A outra notável publicação de 2009 foi o volume intitulado “Memórias e Memórias inacabadas”, que reúne as citadas obras do escritor maranhense Humberto de Campos, cujo 75º ano de falecimento transcorreu a 5 de dezembro último. Providência das mais acertadas enfeixar em um volume único esses dois livros que versam assuntos correlatos e, por sinal, correspondem à parcela da obra de Humberto que mais viva permanece, pelo interesse com que até nos dias de hoje as lemos.</p>
<p>Com mais esse lançamento de real importância, que leva número 13 da coleção Geia de Temas Maranhenses, o Instituto Geia, criado e dirigido pelo economista Jorge Murad, consolida e sobremodo alarga os relevantes serviços que vem prestando efetivamente à cultura maranhense. Entusiasta da edição sob comento, distribuí exemplares dela a diversas pessoas, notadamente a amigos residentes fora do Maranhão. Entre elas, a querida amiga Stella Leonardos, ateniense de muitos costados, pois que conta no rol de seus antepassados ilustres gregos e maranhenses não menos ilustres.</p>
<p>Stella é poeta, professora, tradutora, teatróloga, ensaísta, senhora de admirável erudição, detentora de seis prêmios literários da Academia Brasileira de Letras, presidente da Academia Carioca de Letras e autora de mais de cem livros publicados, dos quais quatro de temas maranhenses, que tive oportunidade e honra de editá-los.</p>
<p>Em resposta ao volume de Humberto de Campos que enviei a Stella Leonardos, respondeu-me ela com o poema a seguir reproduzido, com agradecimentos a mim e principalmente Humberto  (Humbert / Humbold / “resplendor”, “brilho de gigante / bert e hun).” Ou “audácia”. Rosário Farâni e Mansur Guérios.</p>
<p>Para Jomar Moraes</p>
<p>Folheio a longe lembrança.</p>
<p>Meu olhar inda estudante</p>
<p>pousa num canto da Estante</p>
<p>de meu avô maranhense</p>
<p>Leitor de Humberto de Campos.</p>
<p> </p>
<p>E o ver de uma sombra verde</p>
<p>segreda entre aquela obra.</p>
<p>Querendo contar a história</p>
<p>do Humberto que resplandece,</p>
<p>que já no nome resplende?</p>
<p> </p>
<p>Sair a campo. Quem dera.</p>
<p>Analisar as “Memórias.”</p>
<p> </p>
<p>Hesito, editor amigo.</p>
<p>Hesito sim, de saída.</p>
<p>Poderia eu fazê-lo?</p>
<p>Traduzir a audácia grande</p>
<p>em olhos irmãos de estrelas?</p>
<p>O órfão de pai, verso humilde,</p>
<p>Pobreza feita menino.</p>
<p> </p>
<p>Mas seguir-lhe como os passos</p>
<p>tentando ser seringueiro,</p>
<p>confidente da Amazônia?</p>
<p> </p>
<p>Ah Piauí do Parnaíba,</p>
<p>Belém, Belém do Pará,</p>
<p>Humberto pobre e bravio,</p>
<p>lidando em tipografia,</p>
<p>atraído pela força</p>
<p>do invencível jornalismo.</p>
<p>(Tão melhor contar-nos-ia</p>
<p>São Luís de seu filho indômito)</p>
<p> </p>
<p>Depois, o Rio chamando-o,</p>
<p>o Rio dos Escritores,</p>
<p>o “Conselheiro” pseudônimo</p>
<p>de ágil, hábil, leve pena</p>
<p>tão louvável e louvada.</p>
<p> </p>
<p>E pensar que foi um Poeta</p>
<p>pré-modernista, esse Humberto</p>
<p>de crônicas humorísticas,</p>
<p>e de contos, e de versos,</p>
<p>de críticas e de ensaios</p>
<p>irreverentes, diremos,</p>
<p>quando se fala em memórias.</p>
<p> </p>
<p>Prezado editor amigo,</p>
<p>muito grata de verdade,</p>
<p>muito grata pela dádiva,</p>
<p>as “Memórias”, admiráveis</p>
<p>de mestre Humberto de Campos.</p>
<p>Além de monumental,</p>
<p>obra de suma importância.</p>
<p>Fraternalmente,</p>
<p>Stella Leonardos</p>
<p> </p>
<p>Rio, 5/1/2010</p>
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		<title>I Olimpíada de Matemática</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>896 alunos de 30 escolas da rede de ensino fundamental de São José de Ribamar irão participar da I Olimpíada de Matemática que o Geia e a Faculdade Pitágoras realizarão no dia 7 de agosto, como parte da programação do VI Festival Geia de Literatura. As escolas que mais inscreveram alunos foram o Liceu Ribamarense, com 110; a São José de Ribamar, com 85; a Diomedes Pereira da Silva, com 79; a Dr. José Silva, com 61; e a José Fernandes Machado, com 54.</p>
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		<title>Lançamento do VI Festival Geia de Literatura</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 19:49:35 +0000</pubDate>
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		<title>Geia: luzeiro no meio das trevas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 20:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>josy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ubiratan Teixeira, publicado no jornal O Estado do Maranhão, edição de 29/01/2010.
Considero-me uma testemunha privilegiada do efeito de lapidação que o Festival Geia de Literatura vem produzindo na comunidade ribamarense nestes seis anos de sua realização naquele município. Participo desde sua primeira edição em 2004 e sei do que falo.
Alias, conheço aquela comunidade o bastante para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ubiratan Teixeira, publicado no jornal O Estado do Maranhão, edição de 29/01/2010.</p>
<p>Considero-me uma testemunha privilegiada do efeito de lapidação que o Festival Geia de Literatura vem produzindo na comunidade ribamarense nestes seis anos de sua realização naquele município. Participo desde sua primeira edição em 2004 e sei do que falo.</p>
<p>Alias, conheço aquela comunidade o bastante para confirmar o efeito geia sem medo de estar me equivocando. Afinal, não cheguei ali com o projeto, convivendo como convivo com seu povo e sua cultura para mais de três quartos de século. Afinal, São José de Ribamar foi a cidade balneária preferida pela classe média de São Luis por volta dos anos 40 para suas férias escolares de meio de ano foi onde passei minha inesquecível “lua de mel” e outras luas menos comportadas de saudáveis encharcamentos etílicos de fins de semana em companhia de Amaral Raposo, Walbert Pinheiro, Victor Gonçalves Neto, Deo Silva, Nauro Machado, tripa e outros bebuns ilustres.</p>
<p>Hoje não me recordo mais o nome daqueles líricos pescadores que iam “buscar” o peixe na risca, mas ficou a memória os adoráveis sabores: intrépidos e audazes homens do mar, parentes das sereias e dos tritões é como os via envoltos por uma aura poética.</p>
<p>Alguém arrisca a qualificação de rústica e elementar para uma comunidade que vivia em torno de pesca, para a pesca e pela pesca?</p>
<p>Recordo-me que por volta dos anos 70 os alunos de Ribamar matriculados no Centro Educacional do Maranhão, CEMA, irritavam os coordenadores aqui da capital quando iam avaliar os trabalhos de pintura e redação apresentados nas Feiras de Arte anuais: “Será que esses meninos não conheçam outra coisa, além disso? Indagavam para mim com olhos desesperados” É só barco, peixe e mar, olhe só!”</p>
<p>Então eu olhava pachorrentamente e comentava: “professora Celeste! Me diga qual é o dia-a-dia dessas crianças?”</p>
<p>E dávamos o prêmio ao melhor igarité, ao melhor peixe, à mais criativa das marinhas.</p>
<p>São José de Ribamar sem ter perdido sua aura de centro de devoção católica sob as bênçãos do taumaturgo acrescentou às manifestações milagreiras a melhor referencia nacional de administração pública; juntou o bom ao saudável aceitando de braços abertos esse tempero de excelência na figura do Instituto Geia.</p>
<p>Jorge Murad foi iluminado quando levou seu projeto para aquele sítio. Apesar do assédio constante do forasteiro o Homem de Ribamar insistia em permanecer na sua concha, olhando de esguelha o visitante, murmurado seus achaques entre si – os tupinambás daquela ponta da ilha sempre foram reservados nos seus rituais de antropofagia, é genética sua discreção. “Sim, senhor”, “não senhor” era o máximo que o visitante conseguia de um nativo.</p>
<p>Ainda me recordo dos olhares desconfiados, dos cochichos, dos sim e dos nãos categóricos, dos sei ou não sei berloques quando do meu primeiro encontro em 2004 na Unidade Escolar Diomedes da Silva Pereira; e de como já foi excepcionalmente participante anos passado e da maneira exuberante como dois alunos de Liceu reagiram quando fui levar quarta feira passada, depois da solenidade de instalação do Festival deste ano meu ultimo romance e um exemplar do Dicionário de Teatro para a Biblioteca deles.</p>
<p> - Ô Cara! Chegou na hora! É do que a gente estava precisando, comentou alegremente um para o outro.</p>
<p> Foi recompensador. É recompensador. É aquela mesma sensação de vitória que explode no coração de um avô, quando escuta o neto falando em línguas.</p>
<p> Mesmo que o Instituto Geia não tivesse participado da vida cultural do país lançando as obras de nível que tem lançado do forma magistral, bastaria o Festival Geia de Literatura promovido a seis anos na cidade de São José de Ribamar, para justificar seus 10 anos de ação cultural.</p>
<p> Sinto-me gente e útil participando de um projeto dessa dimensão: principalmente em São José de Ribamar no nível social e cultural em que a velha aldeia se encontra.</p>
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		<title>VI Festival Geia de Literatura</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>josy</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano, a II Gincana Geia do Conhecimento terá duas novas atrações: além do II Desafio de Literatura, em parceria com a Faculdade Atenas Maranhense – FAMA, vamos realizar a I Olimpíada de Matemática, com a colaboração da Faculdade Pitágoras, e o I Concurso Professor Pesquisador – Prêmio Jomar Moraes. A festa de lançamento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, a II Gincana Geia do Conhecimento terá duas novas atrações: além do II Desafio de Literatura, em parceria com a Faculdade Atenas Maranhense – FAMA, vamos realizar a I Olimpíada de Matemática, com a colaboração da Faculdade Pitágoras, e o I Concurso Professor Pesquisador – Prêmio Jomar Moraes. A festa de lançamento do VI Festival Geia de Literatura ocorrerá no dia 27 de janeiro, às 16h, no Liceu Ribamarense, em São José de Ribamar. Mais detalhes no link <a href="http://www.geia.org.br/2010/01/festival-geia-de-literatura-2010">Festival Geia 2010</a>.</p>
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		<title>Festival Geia de Literatura &#8211; 5 anos de sucesso</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:47:50 +0000</pubDate>
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		<title>Humberto de Campos</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:32:45 +0000</pubDate>
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Lançamento do livro Memórias e Memórias Inacabadas, de Humberto de Campos, dia 28 de agosto de 2009, na Feira de Livros do Festival Geia de Literatura, em São José de Ribamar.
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<p><span>Lançamento do livro Memórias e Memórias Inacabadas, de Humberto de Campos, dia 28 de agosto de 2009, na Feira de Livros do Festival Geia de Literatura, em São José de Ribamar.</span></p>
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		<title>Centro Comunitário de Leitura</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 12:14:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A leitura para e com as crianças, desde os primeiros meses de vida, é fundamental para o desenvolvimento adequado da linguagem, vocabulário e das competências de expressão oral, o que serve de base para assegurar o sucesso escolar. O foco são as crianças, especialmente de zero a seis anos. As metas poderão ser atingidas mais facilmente com o envolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1945" title="Figura_Final01 - Cópia" src="http://www.geia.org.br/wp-content/uploads/2009/09/Figura_Final01-Cópia1-150x123.jpg" alt="Figura_Final01 - Cópia" width="150" height="123" />A leitura para e com as crianças, desde os primeiros meses de vida, é fundamental para o desenvolvimento adequado da linguagem, vocabulário e das competências de expressão oral, o que serve de base para assegurar o sucesso escolar. O foco são as crianças, especialmente de zero a seis anos. As metas poderão ser atingidas mais facilmente com o envolvimento das mães e outros adultos que cuidam das crianças e das instituições da comunidade que acolhem crianças (creches, dispensários, centros de atendimento a mães/famílias, pré-escolas, outras agências de disseminação cultural). Com este novo projeto, o Geia, em parceria com o Instituto Alfa e Beto, está oferecendo mais um programa de valorização dos cidadãos. Aguarde mais detalhes.</p>
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		<title>Memórias e Memórias inacabadas</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 18:59:33 +0000</pubDate>
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Humberto de Campos
 
Síntese de suas qualidades e defeitos como contador de histórias, Humberto de Campos, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, conta que, neste livro, escreve “a história da minha vida não porque se trate de mim; mas porque constitui uma lição de coragem aos tímidos, de audácia aos pobres, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Memórias e Memórias inacabadas</p>
<p>Humberto de Campos</p>
<p> </p>
<p>Síntese de suas qualidades e defeitos como contador de histórias, Humberto de Campos, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, conta que, neste livro, escreve “a história da minha vida não porque se trate de mim; mas porque constitui uma lição de coragem aos tímidos, de audácia aos pobres, de esperança aos desenganados, e, dessa maneira, um roteiro útil à mocidade que a manuseie.”</p>
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		<title>Festival Geia de Literatura</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 12:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jomar Moraes, publicado em O Estado do Maranhão, edição de 2/9/2009
Quinta-feira última, em companhia de Lino Moreira, dirigi-me a São José de Ribamar, com a finalidade precípua de participar de um dos pontos altos daquela por muitos motivos louvável iniciativa cultural, ponto alto esse representado pelo lançamento da importante obra memorialística de Humberto de Campos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jomar Moraes, publicado em O Estado do Maranhão, edição de 2/9/2009</p>
<p>Quinta-feira última, em companhia de Lino Moreira, dirigi-me a São José de Ribamar, com a finalidade precípua de participar de um dos pontos altos daquela por muitos motivos louvável iniciativa cultural, ponto alto esse representado pelo lançamento da importante obra memorialística de Humberto de Campos, a saber: o graficamente muito bem realizado volume reunindo as Memórias e Memórias inacabadas, feito editorial sem precedente na crônicas das sucessivas reedições desses dois deleitáveis livros de nosso conterrâneo, representativos de uma espécie de ilhas-gêmeas afortunadas no conjunto das obras do autor de Sombras que sofrem, obras outrora distinguidas pela calorosa preferência dos leitores brasileiros, mas que, de uns bons anos a esta parte, têm lançado seu autor num limbo crescentemente mais profundo e espesso.</p>
<p><span id="more-1886"></span>Oxalá o lançamento do volume intitulado Memórias e Memórias inacabadas, que, curiosamente, leva o cabalístico número 13 da Coleção Geia de Temas Maranhenses, repito, para ser necessariamente enfático, oxalá tal lançamento alavanque o processo de re-valorização da obra de Humberto de Campos, maranhense que, nos anos 20 e 30 do século passado, foi um dos escritores brasileiros mais lidos e de maior prestígio em nosso país, especialmente, por exemplo, na Bahia, onde o longo e lancinante martírio que antecedeu a morte do autor de Carvalhos e roseiras produziu profunda consternação.</p>
<p>Mas retomando o fio da meada: fomos a São José de Ribamar, na última quinta-feira, para o lançamento do livro já citado, porém chegamos atrasados para o evento. Segundo nos disseram, o ato se havia encerrado há poucos minutos. Lamentei o excesso de veículos na estrada e o mau estado de conservação desta, que obstaculizaram nossa chegada a tempo na cidade do santo mais querido do Maranhão, segundo muitos repetem, desconheço se com exatidão ou anacronismo, posto que o prestígio dos santos pode sofrer muitas variações.</p>
<p>A viagem a São José de Ribamar, porém, ao contrário de corresponder a um esforço baldado, permitiu-me voltar a uma cidade pela qual sempre tive grande simpatia, sentimento associado a profunda pena, diante do abandono criminoso a que por muitos anos a vi submetida.</p>
<p>Pois a cidade batizada com o nome do santo milagroso cuja memória em terras maranhenses remonta a antigas eras que evocam navegantes lusitanos em demanda dos mares maranhões, cidade que é liricamente celebrada pelo poeta Gentil Braga, além de muitos outros, sofreu durante anos seguidos os maus tratos de péssimos administradores, quais os tem, lamentavelmente, a maioria dos municípios maranhenses.</p>
<p>Presentemente, entretanto, São José de Ribamar, sob a eficiente administração do Prefeito Luís Fernando, vive dias de decência administrativa, qual acontecerá com diminuta percentagem de municípios maranhenses. Pois a verdade sem retoques é que, dos 217 municípios em que se divide nosso Estado, poucos, vergonhosamente poucos serão os municípios dirigidos com o mínimo de decência, onde não lavre, desavergonhadamente, os mais torpes métodos de corrupção.</p>
<p>Quem hoje vai a São José de Ribamar, vê com seus próprios olhos que ali tem curso uma administração exemplar. Pena, grande e lastimável pena é que essa constitua uma exceção. Grande pena que assim seja.</p>
<p>Conforme já afirmei e faço questão de repetir, foi muito proveitosa a ida a São José de Ribamar, pois ela nos permitiu ver de perto uma administração exemplar, e também o louvável trabalho cultural que o Insti-tuto Geia ali realiza todos os anos, levando o livro e outros muitos instrumentos de estímulo cultural aos habitantes daquela cidade, especialmente aos seus jovens estudantes.</p>
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