O Município de Barreirinhas, que abriga o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, com área de 155 mil hectares, é o segundo maior pólo turístico do Estado do Maranhão, recebendo visitantes de todo o Brasil e de várias partes do mundo.

Além das belezas naturais – dunas, lagoas, restingas, praias, rios e riachos -, a produção de artesanato à base da fibra da palmeira de buriti é importante complemento à produção econômica da região.

A diversidade de produtos e subprodutos é muito grande. Utiliza-se a palha da folha para cobertura de moradias; da polpa do fruto se produz doces variados; e da fibra da folha do “olho” da palmeira confecciona-se rico artesanato, fonte de renda para as comunidades tradicionais, que comercializam seus produtos junto aos turistas e visitantes, sendo também distribuídos para diferentes pontos do País.

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No entanto, todo esse potencial está ameaçado pelo uso predatório da palmeira nativa de buriti, cujas folhas jovens – assim como as adultas – são retiradas intensivamente para cobertura de casas. O quadro agrava-se principalmente pelo uso contínuo da fibra retirada da folha do “olho” da palmeira ainda jovem (idade inferior a 4 anos), afetando o desenvolvimento e a qualidade da fibra e a sustentabilidade dessa atividade.

As artesãs da comunidade Palmeira dos Eduardos I e II, formada por 139 famílias, expressaram grande preocupação com o futuro da exploração racional da palmeira de buriti e também com a escassez da fibra em um futuro próximo, colocando em risco a viabilidade da produção e comercialização dos produtos artesanais.

A partir desta iniciativa, foi firmado o Protocolo de Cooperação Técnica entre o Instituto Geia e a SempreVerde Jardins Ltda., com o objetivo de implantar projeto experimental de produção de mudas de palmeira de buriti para reflorestamento, nas comunidades de Palmeira dos Eduardos I e II.

Este projeto, denominado Gente de Fibra, é uma tentativa de contribuir para o manejo sustentável do agroecossistema local, utilizando-se o reflorestamento das várzeas e quintais com mudas de buriti produzidas na própria Comunidade, e oferecendo ao agricultor, artesãs e moradores do povoado noções e práticas de educação ambiental.

Roteiro para Produção de Mudas de Buriti

(Prof. Gusmão – jgusmao@cca.uema.br)

As mudas de buriti são preparadas com as sementes. Um quilo de sementes contém aproximadamente 50 unidades. No habitat natural, as sementes são carregadas e espalhadas pelos cursos d’água, para, em seguida, germinarem em local seguro.

Os frutos devem ser catados no chão, após queda espontânea, ou, o cacho com frutos maduros, colhido na planta. Nesse caso, é necessário o concurso de pessoa habilitada para subir na palmeira e colher o cacho. Em seguida, os frutos são ensacados ou amontoados, umedecidos por 4 a 7 dias, até o completo apodrecimento da polpa, para facilitar a separação das sementes. As sementes devem ser bem lavadas e postas a “secar” à sombra, por no máximo 2 dias.

Para a semeadura, recomenda-se a utilização de sementes recém-colhidas, que proporcionam maior taxa de germinação. A semeadura pode ser realizada em canteiros construídos no chão, ricos em matéria orgânica, ou diretamente em embalagens individuais (sacos de polietileno) de, pelo menos, 2 litros, contendo substrato enriquecido com matéria orgânica ou solo coletado na várzea. A germinação da semente é lenta, iniciando-se por volta dos 20 dias, podendo prolongar-se por até 100 dias. Sementes novas podem garantir uma germinação de mais de 90%. O teor de umidade do substrato deve ser mantido sempre elevado. As mudas estarão prontas para plantio no local definitivo entre 10 a 12 meses.

O transplante de mudas que germinaram naturalmente para embalagens individuais e mantidas sob viveiro parcialmente sombreado é uma possibilidade. No povoado de Palmeira dos Eduardos, município de Barreirinhas, Maranhão, o projeto Gente de Fibra, parceria do Instituto Geia, SempreVerde Jardins Ltda. e membros dessa comunidade, realiza experiência pioneira com essa finalidade. As vantagens são a seleção de plântulas vigorosas e a formação mais rápida das mudas.

Na primeira visita da equipe técnica, composta pelo prof. José Gusmão e o técnico agrícola Pedro Paiva, realizada em 04/02/06, foram desenvolvidas as seguintes atividades:

- Escolha do local e marcação da área para implantação do viveiro de mudas;

- Limpeza da área do viveiro de mudas;

- Distribuição de ferramentas e materiais aos trabalhadores, e explanação dos detalhes para a construção do viveiro de mudas;

- Contatos e acertos com os trabalhadores para retirada de terra orgânica para enchimento das sacolas, visando semeadura das sementes de buriti;

- Contatos e mobilização das artesãs para organização das turmas, com vistas ao treinamento e capacitação;

- Tomada de coordenadas geográficas com GPS nas várzeas.

Na segunda visita, realizada em 11/02/2006, foram desenvolvidas as seguintes atividades:

- Foi concluída a construção do viveiro de mudas, em madeira rústica e cobertura de palha, com área de 200m2;

- Transferiu-se orientações sobre a preparação do substrato (solo) e enchimento das sacolas de semeadura e/ou transplante;

- Realizou-se uma Reunião de Sensibilização com a Comunidade com o objetivo de passar as principais informações sobre o projeto, discutir os objetivos e etapas dos trabalhos e incentivar a participação de todos(as). Fizeram-se presentes em torno de 50 pessoas entre adultos, idosos e jovens. A repercussão foi muito positiva;

- Visitou-se o povoado “Braço”, a cerca de 8km de Palmeiras dos Eduardos, onde as populações de buritizais estão bem preservadas. Como havia uma grande quantidade de mudinhas de buriti germinadas naturalmente nas várzeas, coletou-se uma amostra de 20 mudinhas que foram transferidas para sacolas no viveiro, a título de experiência. Se os resultados forem promissores, pretende-se produzir, pelo menos, 5 mil mudas por esse processo.

- Escolha do local e marcação da área para implantação do viveiro de mudas;

- Limpeza da área do viveiro de mudas;

- Distribuição de ferramentas e materiais aos trabalhadores, e explanação dos detalhes para a construção do viveiro de mudas;

- Contatos e acertos com os trabalhadores para retirada de terra orgânica para enchimento das sacolas, visando semeadura das sementes de buriti;

- Contatos e mobilização das artesãs para organização das turmas, com vistas ao treinamento e capacitação;

- Tomada de coordenadas geográficas com GPS nas várzeas.

Na terceira visita, realizada nos dias 11 e 12 de março, foram desenvolvidas as seguintes atividades:

 

- Capacitação técnica das artesãs e agricultores; palestra sobre “Educação ambiental e manejo sustentável da palmeira de buriti” e distribuição de apostilas;

- Transplante das mudas pré-germinadas naturalmente nas várzeas para sacolas de polietileno no viveiro; foram plantadas cerca de 500 mudas;

- Avaliação dos trabalhos realizados; constatou-se a necessidade de recuperação das matas ciliares para proteção do riacho das Pacas.

- Ao final do encontro de capacitação, reuniu-se os participantes para uma avaliação dos trabalhos e elaboração conjunta das recomendações a seguir:

(I) Necessidade de um trabalho de recuperação das matas ciliares do riacho das pacas que forma as várzeas que compõem o habitat natural do buriti.Uma lista de dez espécies vegetais locais foram sugeridas para esse trabalho;

(II) Não retirada de folhas maduras (obtenção da palha e talo) e de ‘folha do olho’ (obtenção da fibra ou linho) de plantas femininas, quer paridas (florescidas) ou não. A retirada de folhas de plantas masculinas deve ser manejada de forma predatória;

(III) Marcação das plantas femininas adultas e em idade produtiva, com ‘x’ em vermelho, identificando-as como sendo proibidas para se coletar folhas maduras e ‘folha do olho’;

(IV) Para palmeiras jovens (3 a 5 anos) deve ser obedecido um intervalo de quatro meses entre uma retirada e outra da ‘folha do olho’, como estratégia de se garantir o bom desenvolvimento das plantas e o manejo sustentável da fibra;

(V) Os membros da comunidade assumiram o compromisso de maior engajamento no projeto, atuarem como agente multiplicadores das informações e de fiscalizarem a extração predatória da palmeira do buriti;

(VI) A comunidade exige um cumprimento da Lei Municipal (Barreirinhas) nº 161 de 27 de setembro de 1975, que proibe a exportação da fibra de buriti in natura para outros estados. Solicitam que o IBAMA e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente fiscalizem e penalizem com rigor coletadores de ‘folha de olho’ clandestinos e os atravessadores que comercializam a fibra para outros estados. O quilo da fibra pago ao coletor (produtor) pode alcançar até R$ 25,00. O problema que são necessários 4 a 5 ‘olhos’ grandes ou 10 a 12 ‘olhos’ pequenos para se obter um quilo de fibra. É incalculável o número de plantas adultas e jovens que são multiladas anualmente. Entende-se por oportuna uma discussão e revisão da referida Lei visando a inclusão de algumas recomendações apontadas nesse item.

(VII) As visitas realizadas junto às lojas e casas que comercializam o artesanato de Barreirinhas devem ser intensificadas, pois geram informações relevantes para subsidiar o Projeto Gente de Fibra.

Na quarta visita, realizada nos dias 08 e 09 de abril, foram executadas as seguintes tarefas:

- Avaliação do nível de pegamento e sobrevivência das mudas de buriti 30 dias após o transplante para sacolas de polietileno. De um total de 350 mudinhas pré-germinadas transplantadas no dia 12/03/06, ocorreu um pegamento de 50%, índice considerado bom. Restam ainda 1.650 sacolas cheias aguardando o transplante. Verificou-se que o pegamento foi maior quando as mudas eram menores, devido ao menor estresse na mudança da várzea para as sacolas. Realizou-se também a capina do viveiro.

- Nessa visita ficou programado o enchimento de mais 3 mil sacolas pela Comunidade, totalizando, até o momento, 5 mil embalagens. Na próxima visita, em maio, será realizada nova etapa de transplante de mudas pré-germinadas.

- Abertura de uma valeta em torno do viveiro, para proteger o solo e as plantas da erosão causada pelas fortes chuvas.

   

Na quinta visita, realizada nos dias 20 e 21 de maio, foram executadas as seguintes tarefas:

- Ficou programado o enchimento de mais 3 mil sacos, totalizando, até o momento, 8 mil sacos, sendo 5 mil no ponto de semeadura, aguardando apenas a coleta das sementes que está programada para o mês de julho, quando as mesmas começam a se soltar dos cachos. Observamos o bom desenvolvimento das mudas existentes no viveiro produzidas pelas artesãs.

Na sexta visita, realizada nos dias 26 e 27 de agosto, foram executadas as seguintes tarefas:

- Enchimento de mais sete mil sacos totalizando até o momento quinze mil sacos no ponto de semeadura, aguardando apenas a coleta de sementes que está programada para o mês de outubro, quando as mesmas começarem a se soltar dos cachos.

Observamos a mudança na coloração das sementes indicando sua maturação.

Na sétima visita, realizada nos dias 18 e 19 de novembro, foram executadas as seguintes tarefas:

- Corte dos cachos em que as sementes estão em condições ideias para plantio: esta etapa contempla as atividades de subida nas palmeiras de buriti, com a descida dos cachos utilizando-se cordas visando garantir que o embrião da semente esteja ileso para o aproveitamento de 95% da germinação dos frutos.

- Foi realizado a contagem dos frutos sadios totalizando 10.000 (dez mil) frutos, estes foram ensacados e mergulhados em água fria para que a polpa se desprendesse da semente, para posterior semeadura.

- Foi realizada uma palestra educativa para os filhos dos produtores do município de Barreirinhas sobre a importância e manejo correto do buriti, ministrada por Pedro Paiva (SempreVerde) e João Filho (UEMA).

Na oitava visita, realizada nos dias 02 e 03 de dezembro, foram executadas as seguintes tarefas:

- Nesta etapa houve a continuidade do corte dos cachos em que as semente estão em condições ideais para plantio: esta etapa contempla as atividades de subida nas palmeiras de buriti, com a descida de cachos utilizando-se de cordas visando garantir que o embrião da semente esteja ileso para o aproveitamento de 95% da germinação dos frutos.

- Foi realizada a contagem dos frutos sadios totalizando 10.000 (dez mil) frutos, sendo que, 1.000 (hum mil) frutos foram destinados a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) para procedimento de testes de germinação e experimentos científicos. Os 9.000 (nove mil) frutos restantes foram ensacados e mergulhados em água fria para que a polpa se desprendesse da semente, para posterior semeadura (nas datas de 16/12/06 e 17/12/06).

- Foi realizada a semeadura dos 10.000 (dez mil) frutos da etapa anterior (18/11/06 e 19/11/06) com a participação dos alunos da Escola de Barreirinhas e as artesãs da comunidade.

Na nona visita, realizada nos dias 16 e 17 de dezembro, foram executadas as seguintes tarefas:

 

- Foi realizada a semeadura de 5.000 (cinco mil) frutos da etapa anterior (02/11/06 e 03/11/06). Outros 4.000 (quatro mil), que haviam sido ensacados, não obtiveram a aprovação técnica para plantio, pois se apresentavam chochos e com tamanho pequeno para garantir mudas sadias.

Totalizamos 15.000 (quinze mil) frutos semeados.

Na décima visita, realizada nos dias 06 e 07 de janeiro/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

- Foi realizada visita técnica para a verificação de germinação das sementes de buriti. Constatou-se que a germinação está evoluindo de forma satisfatória. Só poderemos afirmar numericamente o percentual de sucesso nas próximas visitas.

No ínício do mês de março, quando as mudas deverão alcançar o tamanho ideal, será feito o transplante para as áreas de campo e várzeas.

Na décima primeira visita, realizada nos dias 03 e 04 de fevereiro/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

- Houve a verificação de germinação das mudas de buriti na primeira etapa, 60 dias após a semeadura.

 

 

Na décima segunda visita, realizada nos dias 3 e 4 de março, foram executadas as seguintes tarefas:

- Houve a verificação de germinação das mudas de buriti na primeira etapa, 90 dias após a semeadura, com aproveitamento de 79,4%;

- Houve a verificação de germinação das mudas de buriti na segunda etapa, 60 dias após a semeadura, com aproveitamento de 93,2%, devido ao início do período chuvoso.

Na décima terceira visita, realizada no dia 7 de abril/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

- Houve verificação de germinação das mudas de buriti na primeira etapa, 120 dias após a semeadura.

- Houve verificação de germinação das mudas de buriti da segunda etapa, 90 dias após a semeadura.

- Avaliou-se o número de sementes germinadas através de amostragem nos 5 canteiros.

- Escolheu-se de forma aleatória 100 sacos de mudas em cada canteiro, totalizando 500 sacos avaliados.

Dessa forma foram obtidos os seguintes resultados:

- Após contagem e retirada de mídia foi mantida a germinação de 79,4%, considerada uma germinação satisfatória, por se tratar de uma palmeira nativa – nos 120 dias.

- Após contagem contagem e retirada de mídia verificou-se que houve 94,6% de germinação, considerando-se uma germinação excelente, por se tratar de uma palmeira nativa – nos 90 dias.

- Foi iniciado o plantio de 90 mudas nos quintais dos produtores, com objetivo de capacitá-lo para a execução dos trabalhos.

- Ficou programada com os produtores, a abertura de picadas nas várzeas para que na práxima visita, nas datas 28 e 29 de abril, haja o mutirão do plantio, envolvendo os alunos das escolas comunitárias e a comunidade de Palmeira dos Eduardos.

Na décima quarta visita, realizada nos dias 05 e 06 de maio/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

 

- Verificou-se a germinaçãoo das mudas de buriti na segunda entapa, 120 dias após a semeadura.

- Finalizou-se a etapa de abertura de picadas (02 hectares) para início plantio nas várzeas. Os técnicos demonstraram no campo, como realizar a abertura das covas, retirada das mudas das sacolas para plantio, aplicação de cobertura morta (visando retençãoo da umidade) e a importância dos espaçaamentos para o desenvolvimento das mudas de buriti.

- Plantou-se aproximadamente 150 mudas, com o acompanhamento dos técnicos.

Metodologia utilizada:

 

- Avaliou-se o n?mero de sementes germinadas atrav?s de amostragem nos 5 cantateiros.

- Escolheu-se de forma aleatória 100 sacos de mudas em cada canteiro, totalizando 500 sacos avaliados.

Dessa forma foram obtidos os seguintes resultados:

- Após a contagem e retirada de mdia constatou-se que não houve mudança na porcentagem de germinação (94,6%), considerando-se uma germinação excelente, por se tratar de uma palmeira nativa.

- Constatou-se que as mudas desenvolvidas a partir de sementes possuem um sistema radicular mais desenvolvido do que as mudas que foram transplantadas do viveiro nativo.

Na décima quinta visita, realizada no dia 09 de junho/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

- Avaliou-se o plantio de mudas de buriti nas várzeas;

- Constatou-se o in locu de apenas 1.700 mudas transplantadas para as várzeas;

- Conscientizou a comunidade sobre a importância e continuidade do plantio nas várzeas, ressaltando o final do período chuvoso.

Metodologia utilizada:

- Verificou-se o índice de ‘pega’ e desenvolvimento das mudas tranplantadas nas várzeas: 100% das mudas pegaram e o crescimento em torno de 10cm;

- Verificou-se a fitossanidade das mudas transplantadas.

Providências

- Ficou programado com os produtores, a continuidade do plantio nos dois hectares seguindo as orintacoes técnicas.

Na décima sexta visita, realizada no dia 18 de agosto/2007, foram executadas as seguintes tarefas:

- Constatou-se o plantio de 13.000 (treze mil) mudas realizado pela pela comunidade nas várzeas e quintais do povoado.

- Avaliou-se o desenvolvimento das mudas transplantadas.

- Verificou-se um bom desenvolvimento das mudas na época do plantio, elas estavam com cerca de 30cm. Atualmente encontram-se com aproximadamente 50cm.

- Constatou-se que a comunidade está mais consciente da importância do projeto.

- Foram doadas 2.000 (duas mil) mudas de buriti para a comunidade

- Houve acompanhamento da equipe responsável pela filmagem.

Metodologia utilizada:

- Veificou-se o desenvolvimento e fitossanidade das mudas transplantadas.

Providências

- Ficou programado que o mês de outubro de 2007, a comunidade deveria realizar coroamento das mudas (capina manual), para diminuir a concorrência com plantas invasoras.

- Ficou programado uma nova visita técnica para avaliação do desenvolvimento das mudas transplantadas, que será realizada no mês de outubro de 2007.